Redação para o Enem de 2015: A solução é armar a vítima

Por Nicholas Leviski

Em 2013 foram registrados mais de 56 mil homicídios no Brasil, número maior do que de todas as zonas de guerra do planeta somadas. Segundo os dados do governo de São Paulo, a maioria das vítimas de homicídio no estado é homem, branco e jovem. Tragicamente, dentre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, o Brasil é o país mais perigoso para se viver, não só para as mulheres, mas também para os homossexuais, heterossexuais, negros, brancos.

Curiosamente, os índices de homicídio no Brasil, país do desarmamento, são 10 vezes maiores que o de Israel, país que vive em guerra e tem boa parte da população armada. New Hampshire, estado dos Estados Unidos com maior facilidade para a posse e porte legal de armas, é também o estado com menores índices de violência do país. Coincidência ou não, Alagoas, o estado brasileiro referência em desarmamento, é o estado com os piores índices de violência do país.

Samuel Colt, o inventor do revólver disse certa vez: “Deus criou as pessoas, umas mais fortes e outras mais fracas; eu criei o revólver, e tornei as pessoas todas iguais”. No Brasil, a polícia leva em média 22 minutos para chegar ao local de uma ocorrência, tempo demais para uma mulher que está sendo agredida. Portanto, se queremos proteger as mulheres de estupros, roubos, agressões e assassinatos, devemos permitir que elas possam se defender com uma arma, se assim desejarem.

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